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Odeio-te
porque me roubaste os dias;
porque de ti só ficaram os meus braços vazios.
Não me respondes quando falo,
não me ouves quando te olho…
Confundes-me os dias,
povoas-me os sonhos… como te odeio.
Porque te escondes nessa ausência
rodeada de terra por todos os lados… porquê?
Se soubesses como te odeio
se soubesses como te amo.

António Patrício Pereira

fotografia / Irma Haselberger (Áustria)

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