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Que te seja leve a inocência nua das Albas
Guarda o lume que trazes no sangue
e preserva o que deve ser preservado.

Descobre deter de ti espaços incomensuráveis,
não desistas deles…
Até porque todos nós somos nómadas de um coração pulsante.

Aprende a ler os ventos na alva de cada dia
porque aquilo que levas da vaidade de existir é uma folha vazia cheia de tantos nadas.

António Patrício Pereira

Espaços incomensuráveis

fotografia / Alicja Rodzik (Reino Unido)


 

 

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