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D. Matilde era uma senhora fina, de boas famílias, vivia só desde a morte repentina do seu marido homem grave; a sua única companhia era o cheiro a naftalina… um dia, com falta de ar, abriu a janela…
maravilhada com a novidade debruçou-se. debruçou-se, debruçou-se… Até que caiu na quadrilhice.

ApPereira

fotografia / Sophie Thouvenin (França)

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