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Das palavras fica o som que importa;
Tempos rítmicos vocativos da centelha
que anima a terra de que somos feitos.

Pobres daqueles que ouvem e não entendem;
Nunca saberão que existem.

Lamentemos os que entendem e já não ouvem;
Corações despedaçados onde o eco
é gritante silêncio.

António PatrícioreWalls.com_3422