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Num dia banal
a uma hora distraída do tempo
morreu um homem…
Um homem banal!
Morte de uma vida tão banal
como a morte que o tomou.

Teve um funeral
banal,
acompanhado por palavras
banalmente caridosas.
Foram choradas algumas lágrimas
circunstancialmente banais…

Só o vermelho rasgado das Rosas eram um grito dissonante
na banalidade constante.

António Patrício9453745_nZ28B