Etiquetas

, , , , ,

O mal está na cabeça de quem o pensa
Vivem com medo de fantasmas
Que de tão “mortos”
Foram levados pela noite dos tempos.
Pobres daqueles que não conseguem viver a vida…
Vivem com medo do passado.
Pobres daqueles que não vêm o que têm…
Vivem agarrados a uma insegurança que começa neles e neles acaba.

Pobres! Mil vezes pobres!

Pobres daqueles que não entendem a vida como um bem.
Pobres daqueles que não aprendem nada no passar dos dias e julgam os outros pelos seus medos.
Pobres daqueles que se escondem por detrás das suas inseguranças
Esquecem-se de viver o seu presente.
Vivem nas sombras, saltam ao mínimo “ruído”, real ou imaginário,
Têm medo da própria imagem reflectida no espelho…
Pobres, perdidos na sua mesquinha “verdade”,
Cegos e surdos à razão e ao bom senso.

Pobres! Mil vezes pobres!

Vítimas de um “mundo” fantasmagórico que lhes habita a consciência.
Velhos, de um Restelo esquecido há muito.
Vêm monstros onde existem pessoas
Vêm perigo, inimigos a cada esquina…
Até na própria alma, até no próprio ser que os habita…
Pobres!
Destroem a vida deles e daqueles o que os amam.
Escravos do medo, da sua incapacidade de sonhar.

Pobres! Mil vezes pobres!

E o mal?
Continua a estar, na cabeça de quem o pensa…

a palavra de António Patrício escolhida por Inês Catarina Pereira
o olhar de Inês Catarina Pereira escolhido por António Patrício

Manifesto

(sem título)

 ( https://www.facebook.com/profile.php?id=100005201114192&fref=ts )

https://www.facebook.com/profile.php?id=100005201114192&fref=ts )