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Morro assim, tão simplesmente,
no teu peito;
Vivo o ritmo do teu coração,
esquecidos ecos, viagens uterinas relembradas;
Numa mão guardo brancas palavras
na outra um punhado
deste mar salgado de que sou feito…
Sempre inquieto… Sempre!

António Patrício

Persistência da inquietação